Durante a LVMH Watch Week 2026, a Bvlgari revela novos capítulos de sua trajetória na alta relojoaria ao reinterpretar três de seus ícones: Monete, Serpenti Seduttori e Lvcea. As criações reafirmam a identidade da Maison como joalheria romana e relojoaria suíça, combinando ouro, movimentos mecânicos próprios e técnicas artesanais que atravessam séculos.
Para o evento, a Bvlgari apresenta o Maglia Milanese Monete em ouro rosé, o Serpenti Seduttori Automatic com novas variações e o Lvcea Notte di Luce, resultado de uma colaboração artística que incorpora a técnica japonesa Urushi. As peças traduzem a capacidade da Maison de unir herança, inovação e linguagem contemporânea, mantendo o foco em proporções refinadas e soluções técnicas desenvolvidas internamente.
Segundo Jean-Christophe Babin, CEO da Bvlgari e CEO da Divisão de Relógios da LVMH, a LVMH Watch Week marca o início do ano com a apresentação das criações mais recentes do grupo para parceiros, jornalistas e clientes, reforçando a dedicação à excelência da relojoaria suíça e à paixão criativa compartilhada entre as Maisons.
A arte da mecânica e o domínio da manufatura
A Bvlgari segue investindo no desenvolvimento de calibres próprios, pensados para criações de dimensões mais íntimas. O Maglia Milanese Monete é equipado com o calibre Piccolissimo BVP100, apresentado inicialmente em 2022 e agora relançado com corda pela coroa e fundo de caixa em safira. Produzido integralmente em Le Sentier, no Cantão do Jura, o movimento reúne 102 componentes em apenas 13,50 mm de diâmetro e 2,50 mm de espessura.

Já o Serpenti Seduttori Automatic abriga o calibre Lady Solotempo Automatic BVS100, lançado no ano passado. Com apenas 19 mm de diâmetro, 3,90 mm de espessura e 5 gramas, o movimento oferece reserva de marcha de 50 horas e frequência de 21.600 vibrações por hora. Desenvolvido para se integrar às curvas da Serpenti, o calibre reforça a expertise da Bvlgari em relojoaria mecânica feminina, ao lado do Piccolissimo e do Baby Tourbillon BVL150.

Ouro, história e expressão artística
O Maglia Milanese Monete revisita a coleção lançada nos anos 1960 e incorpora uma moeda antiga datada de 198 a 297 d.C., com a efígie do imperador Caracalla. Pela primeira vez, a Bvlgari utiliza a técnica tradicional da malha milanesa, formada por fios de ouro entrelaçados, desenvolvida por ourives milaneses durante o Renascimento. A flexibilidade da malha dialoga com o brilho do ouro rosé e com a geometria do Monete, criando uma peça que conecta Antiguidade, joalheria italiana e relojoaria suíça.
Fabrizio Buonamassa Stigliani, Diretor Executivo de Criação de Produto da Bvlgari, destaca que a flexibilidade da malha foi a inspiração central do projeto, resultando em uma criação que combina moeda antiga, octógono geométrico e malha milanesa em um objeto de natureza eclética.
A evolução do Serpenti Seduttori Automatic reforça a assinatura da serpente como símbolo da Maison. Apresentado originalmente em 1948 como relógio mecânico, o Serpenti retorna às suas origens com o movimento Lady Solotempo. As novas versões incluem mostrador de malaquita, rubelita rosa em cabochão e caixas em ouro rosé com diamantes, além de uma variação com pulseira totalmente cravejada, ampliando as possibilidades de leitura do ícone.

No Lvcea Notte di Luce, a Bvlgari aprofunda seu diálogo com os métiers d’art por meio da técnica japonesa Urushi e do Raden. Desenvolvidos em colaboração com o artista Yasuhiro Asai, os mostradores exploram a luz sobre a laca preta e fragmentos de madrepérola, resultando em composições únicas. Cada mostrador exige cerca de 60 dias de trabalho manual, tornando cada peça exclusiva.

Maglia Milanese Monete, Serpenti Seduttori Automatic e Lvcea Notte di Luce representam novos capítulos de uma mesma história: a de uma Maison que celebra suas origens por meio da reinvenção constante, mantendo o ouro, a mecânica e a arte no centro de sua criação.
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